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Jaime e Cíntia & Cia - jaimecintia@tapera.net
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Querendo poupar...


Estávamos na praia de Itapema, em Santa Catarina.
As meninas ficaram com a minha mãe no apartamento e nós resolvemos ir às compras em Brusque, pois dizem que são bem mais baratas as roupas por lá.
Ficamos girando de loja em loja até que o Jaime resolveu experimentar uma calça.
Ele entrou na cabine, fechou a cortina e foi experimentar a roupa.
De repente, a cabine veio abaixo e ele foi pego desprevenido, só de cueca!
O vendedor falava todo chiado:
- Não tem problema, "poixx" ele “exxtá” de calção.
Eu não olhava, pensando que assim as outras pessoas não olhariam também.
Eu tive que rir, pois de relance só vi o Jaime acocorado tentando se esconder!
Ele não ficou com cara muito boa e saímos da loja, depois de mil desculpas do vendedor.
Na saída, Jaime disse:
- Eu até que acharia graça se eu não tivesse me machucado!
Um prego ou parafuso engatou na minha roupa na queda do provador!
Fui conferir e ele tinha rasgado a camisa nova e de brinde ainda levou um belo arranhão nas costas!
Conclusão:
Só levamos prejuízo no bolso!

Cíntia Mombelli

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Postado por Jaime e Cintia as 30.4.12 e tem 4 comentarios

domingo, 29 de abril de 2012
Agora eu vejo



veja mais videos Como definiu um fã em um comentário: "simplesmente mágico!"
Vale a pena assistir.

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Postado por Jaime e Cintia as 29.4.12 e tem 8 comentarios

quinta-feira, 26 de abril de 2012
A Mudança


Moramos em uma cidade do interior, chamada Tapera. É um lugar adorável. Todo mundo se conhece. Vivemos em comunidade!
Como acontece com todo mundo, chega o dia em que nossos filhos crescem e para o bem de seu futuro partem para estudar em um centro grande.
Nossa filha foi para Porto Alegre morar em um apartamento alugado, que dividia com sua prima.
Com a aproximação do seu casamento, o tio delas deixou vago o apartamento no qual morava e ofereceu para as meninas dividirem o mesmo com outro primo, que já era morador do imóvel. Dividiriam o valor do condomínio, luz, telefone, etc. e não teríamos mais que pagar aluguel que pesava muito no nosso orçamento. Foi alegria geral! Vamos mudar o quanto antes!
Eu e meu marido saímos de Tapera e fomos fazer a dita mudança.
Começamos a retirar os objetos menores para levar no apartamento de minha mãe. Quando estávamos próximos do apartamento dela, meu marido observou que as pessoas nos carros faziam sinais para nós. Resolvemos parar e ver o que estava acontecendo. Qual nossa surpresa ao ver que uma caixa com diversos sapatos estava se equilibrando sobre o capô do automóvel e por pouco não a havíamos perdido!
Na manhã seguinte parte da mudança seguiria para Tapera, pois nem tudo era necessário no novo apartamento. O que fazer naquela hora? Aonde buscar ajuda?
Ouvimos, então, a campainha do porteiro tocar. Eram os vendedores oferecendo gás!
Pensamos: “Chegaram nossos auxiliares!”
Meu marido correu até a rua e propôs que eles ajudassem. Prontamente atenderam e dividiram entre eles o dinheiro oferecido.
E agora, e o resto da mudança? Vamos ter que contratar um carreto para levar os móveis até o outro apartamento.
Meu marido foi até o ponto onde se concentravam diversos caminhões pequenos e combinou o transporte com um deles, após breve negociação.
O moço acompanhou meu marido e foi até o apartamento e começou a carregar os móveis.
Carreto lotado, foi explicado o local aonde seria levada a mudança, próximo a uma pracinha, que, segundo ele afirmou, conhecia bem.
Combinaram que ele iria na frente, nos guiando.
Tudo certo até que chegou a sinaleira e o carreto saiu em outra direção e nós presos pelo sinal vermelho. Começamos a rodar pela cidade buscando encontrar o caminhãozinho.
Entra aqui, vira ali e nada!
Começou a bater um desespero!
Meu marido falou: “Caímos no conto da mudança!”
Eu comecei de cabeça a calcular o prejuízo! Minha nossa nós somos uns tongos! Perdemos tudo que com sacrifício conseguimos juntar! Adeus TV! Só restou a antena que eu trazia na mão! Adeus quarto bonito da nossa menina! E assim fui contabilizando a perda!
Resolvemos então que eu ficaria em frente ao edifício e meu marido voltaria ao ponto aonde havia contratado o serviço de carreto.
Fiquei lá plantada, olhando de um lado pro outro da praça e nada do carreto aparecer!
Meu marido por sua vez chegou ao ponto do carreto e foi conversar com as outras pessoas que haviam visto ele negociando.
-         Você conhece o Tim?
-         Sim, é meu parente.
-         Ele tem celular?
-         Tem.
-         Qual o número?
-         É tal...
Meu marido disca o número e uma pessoa atende.
-   É o Tim?
-         Não, eu sou o irmão dele.
-         Onde ele está?
-         Está fazendo carreto e eu estou com o celular dele.
Nisso meu marido se dá conta que está falando com a mesma pessoa a quem pediu informações e que estava frente a ele!
O rapaz então falou:
-         Moço, meu irmão deixou o celular carregando enquanto ele fazia o carreto, mas pode ficar tranqüilo que tudo vai dar certo.
Enquanto isso eu já estava em alas frente ao prédio, quando aponta o caminhãozinho lá no começo da rua. Não agüentei e saí correndo rua a fora com a antena da TV, sinalizando aonde era o prédio.
Nunca subi e desci tanta escada, pois o apartamento fica no sexto andar e o elevador não dava conta de tanta mudança, isso fora o medo que tenho de ficar trancada e depois de tanta zebra era só o que me faltava!
Meu marido chegou bem afoito e começou a tentar negociar a geladeira, fogão e outros objetos que teriam de ser retirados para que colocássemos os nossos no lugar. Ninguém queria pagar o valor devido! Não tínhamos escolha, pois precisávamos de espaço. Vendemos a preço de banana em época de liquidação!
Chegou a hora de retirar um guarda-roupa daqueles bem pesados e antigos e o pior de tudo é que este não caberia de jeito nenhum no elevador! Tiveram que descer com ele meio aos pedaços que conseguiram desmontar, pelos longos seis andares. Acabou servindo de lenha para a caldeira do prédio.
Para completar tinha uma mesa enorme, antiga, que na época da compra foi considerada “um verdadeiro achado” e que agora tinha que ser levada escada abaixo a custo de muito suor! A mesa teve um melhor destino, pois agradou em cheio ao porteiro do prédio que ficou muito feliz com o presente.
Gente, eu às vezes me pego rindo sozinha ao lembrar dos percalços desta mudança!
O medo que sentimos de ter perdido tudo! Meu marido no celular conversando com a pessoa que estava a sua frente! Os móveis antigos! Aquele sobe e desce de escada!
Mas tudo bem! Hoje as meninas já mudaram de apartamento e, na nova mudança, não passaram nem a terça parte das dificuldades que passamos na ocasião.

Cíntia Mombelli

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Postado por Jaime e Cintia as 26.4.12 e tem 16 comentarios

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