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Jaime e Cíntia & Cia - jaimecintia@tapera.net
sábado, 29 de dezembro de 2012
GAÚCHO MODERNO

Encontrado o mais legítimo gaúcho, na cidade de Bagé, enquanto fazia seu passeio matinal, com sua domingueira.
Nome: Antônio Rodrigues.
Foto: Cíntia Mombelli.
Ao ser inquirido pela Cíntia se permitia tirar a sua foto para um blog, não teve dúvida, fez pose.
Entretanto, logo após ele retirou seu moderno celular do bolso e falou:
- Agora deixa eu tirar uma da senhora.
Provavelmente ele vai postar no facebook.

Atentar para a guaiaca, a parte de trás é de palmo e meio e de couro legítimo.
Não quis vender o apetrecho.

 


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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
CARTOLAS

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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
BOCHA


A informática e a televisão não arrefeceram a cultura interiorana de realizar reuniões sociais em torno do jogo da bocha.
Quarta-feira, presenciei um encontro na linha Esquina da Sorte, referente a um campeonato intercomunitário. Estava presente o recém eleito vice-prefeito Volmar Kuhn.
O ponto forte foi, no meu entedimento, sem sombra de dúvidas, a destreza das mulheres para fazer o ponteio.
Com estilo e elegância no lançamento das bolas, as senhoras e senhoritas obrigavam as roliças a beijar o bolim, como se estivessem produzindo um delicado romance.
Mas que bolim meloso, esse, hein?
Os homens, entretanto, tratavam de estragar a história, arremessando as bochas via aérea, causando impactos violentos e belicosos, forçando a separação dos envolvidos na trama romântica.
Mas que barbaridade!

Jaime Mombelli

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Postado por Jaime e Cintia as 13.12.12 e tem 0 comentarios

terça-feira, 11 de dezembro de 2012
LULA

O aspecto físico de Lula melhorou muito nas imagens atuais, no exterior. De alguma forma, em pouco tempo, ele rejuvenesceu.

Jaime Mombelli.

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
LULA


Vi, hoje, a imagem do ex-presidente Lula, pela televisão. Está irreconhecível. É uma lástima. Lula ajudou o país a efetuar uma transição muito importante ao Brasil, quando do seu primeiro mandato, pois ajudou a amortecer radicalismos extremos, tanto de esquerda como de direita, forçando ambas as ideologias a curvarem-se diante da vontade popular de mudar. Marchou com o passo certo. Ele foi a mola adequada, aplicada no momento correto, que conseguiu apaziguar os vetores encruados nas forças das paixões mais obtusas. Não cedeu aos que pretendiam subtrair nem aos que pretendiam comprar. Nisso ele me surpreendeu. Ele evitou um conflito que poderia tomar proporções estratosféricas. Adotou uma política econômica que se mostrou adequada, melhorando a qualidade de vida dos menos favorecidos, sem choques revolucionários. Tudo no seu tempo e com uma invejável capacidade de argumentação.
Por isso, ao vê-lo tão debilitado fisicamente, como se estivesse carcomido pelas dentaduras afiadas do tempo e das causas naturais, não pude me furtar a formar uma imagem mental forte e realista: em rios límpidos e transparentes, onde habitam majestosos os peixes-rei, também nadam sorrateiramente as traíras.

Jaime Mombellli

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Postado por Jaime e Cintia as 5.12.12 e tem 3 comentarios

terça-feira, 4 de dezembro de 2012
ESCUTA

A vez de Clarissa Mombelli é amanhã (05/12/12).
O cartaz.
A publicidade.
Foto: E nesta quarta-feira o show acontece no Teatro de Arena, na escadaria da Borges de Medeiros, junto com o grupo do ESCUTA - O Som do Compositor. As apresentações começam às 20 horas. Fica a dica e o convite. Bora?
Clarissa.
E o grupo de compositores.



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Postado por Jaime e Cintia as 4.12.12 e tem 2 comentarios


EXEMPLO



Clarissa Mombelli Só para contar melhor a história aqui no face, fui almoçar no Riversides e pingaram gotas de sangue de churrasco na minha bolsa... estragou, eu mostrei para o pessoal, e eles fizeram questão de me dar outra nova, me deixaram escolher e tudo. Estou muito feliz com o atendimento do restaurante, que em nenhum momento questionaram ou se fizeram de loucos em relação ao ocorrido. Lidaram com super responsabilidade e ainda me permitiram escolher uma bolsa linda para compensar... Muito impressionada com a honestidade e seriedade deles em relação ao ocorrido. Nunca vi coisa igual na minha vida! SUPER PARABÉNS AO GRUPO RIVERSIDES. Fica a indicação do restaurante.


Essas coisas merecem ser publicadas.

Jaime Mombellli.

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Postado por Jaime e Cintia as 4.12.12 e tem 1 comentarios

domingo, 2 de dezembro de 2012
PALESTINA


Visão dos aliados EUA e Israel:
Os muçulmanos são terroristas frios e fanáticos, que não se importam de explodir bombas de curto alcance atadas ao próprio corpo, para alcançar seus objetivos de resistência. Por isso não podem desenvolver a bomba atômica, pois não teriam escrúpulos para utilizar contra os Estados inimigos.

Visão dos muçulmanos:
Os aliados ocidentais são terroristas bárbaros e sanguinários, que não se importam de explodir bombas de longo alcance, lançadas por ar, para alcançar seus objetivos de expansão territorial e cultural. Além de já possuírem a bomba atômica, que serve como pretexto de proteção territorial e pressão psicológica, como último recurso.

 Cá entre nós, qual das duas visões transmite mais pavor?

Jaime Mombelli.

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Postado por Jaime e Cintia as 2.12.12 e tem 0 comentarios


CUBA



Publico, na íntegra, artigo de Juremir que recebi por e-mail, referente à passagem que realizou por Cuba. 
Outro dia eu perguntei a um conhecido jornalista que frequenta Havana seguidamente, a respeito do povo cubano e ele me disse: "pobreza extrema, mas muita dignidade".
Se o leitor quiser acessar a fonte no site abaixo, poderá ainda ler os comentários realizados ao blog do jornalista.

http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/?p=3418

CUBA, O INFERNO NO PARAÍSO.  
Juremir Machado da Silva
Correio do Povo, Porto Alegre (RS),
Na crônica da semana passada, tentei, pela milésima vez, aderir ao comunismo. Usei todos os chavões que conhecia para justificar o projeto cubano. Não deu certo. Depois de 11 dias na ilha de Fidel Castro, entreguei de novos os pontos.
O problema do socialismo é sempre o real. Está certo que as utopias são virtuais, o não-lugar, mas tanto problema com a realidade inviabiliza qualquer adesão. Volto chocado: Cuba é uma favela no paraíso caribenho.
Não fiquei trancando no mundo cinco estrelas do hotel Habana Libre. Fui para a rua. Vi, ouvi e me estarreci. Em 42 anos, Fidel construiu o inferno ao alcance de todos. Em Cuba, até os médicos são miseráveis. Ninguém pode queixar-se de discriminação. É ainda pior. Os cubanos gostam de uma fórmula cristalina: ‘Cuba tem 11 milhões de habitantes e 5 milhões de policiais’. Um policial pode ganhar até quatro vezes mais do que um médico, cujo salário anda em torno de 15 dólares mensais. José, professor de História, e Marcela, sua companheira, moram num cortiço, no Centro de Havana, com mais dez pessoas (em outros chega a 30). Não há mais água encanada. Calorosos e necessitados de tudo, querem ser ouvidos. José tem o dom da síntese: ‘Cuba é uma prisão, um cárcere especial. Aqui já se nasce prisioneiro. E a pena é perpétua. Não podemos viajar e somos vigiados em permanência. Tenho uma vida tripla: nas aulas, minto para os alunos. Faço a apologia da revolução. Fora, sei que vivo um pesadelo. Alívio é arranjar dólares com turistas’. José e Marcela, Ariel e Julia, Paco e Adelaida, entre tantos com quem falamos,pedem tudo: sabão, roupas, livros, dinheiro, papel higiênico, absorventes. Como não podem entrar sozinhos nos hotéis de luxo que dominam Havana, quando convidados por turistas, não perdem tempo: enchem os bolsos de envelopes de açúcar. O sistema de livreta, pelo qual os cubanos recebem do governo uma espécie de cesta básica, garante comida para uma semana. Depois, cada um que se vire. Carne é um produto impensável.
José e Marcela, ainda assim, quiseram mostrar a casa e servir um almoço de domingo: arroz, feijão e alguns pedaços de fígado de boi. Uma festa. Culpa do embargo norte-americano? Resultado da queda do Leste Europeu? José não vacila: ‘Para quem tem dólares não há embargo. A crise do Leste trouxe um agravamento da situação econômica. Mas, se Cuba é uma ditadura, isso nada tem a ver com o bloqueio’. Cuba tem quatro classes sociais: os altos funcionários do Estado, confortavelmente instalados em Miramar; os militares e os policiais; os empregados de hotel (que recebem gorjetas em dólar); e o povo. ‘Para ter um emprego num hotel é preciso ser filho de papai, ser protegido de um grande, ter influência’, explica Ricardo, engenheiro que virou mecânico e gostaria de ser mensageiro nos hotéis luxuosos de redes internacionais.
Certa noite, numa roda de novos amigos, brinco que,quando visito um país problemático, o regime cai logo depois da minha saída. Respondem em uníssono:
Vamos te expulsar daqui agora mesmo’. Pergunto por que não se rebelam, não protestam, não matam Fidel? Explicam que foram educados para o medo, vivem num Estado totalitário, não têm um líder de oposição e não saberiam atacar com pedras, à moda palestina. Prometem, no embalo das piadas, substituir todas as fotos de Che Guevara espalhadas pela ilha por uma minha se eu assassinar Fidel para eles.
Quero explicações, definições, mais luz. Resumem: ‘Cuba é uma ditadura’. Peço demonstrações: ‘Aqui não existem eleições. A democracia participativa, direta, popular, é um fachada para a manipulação. Não temos campanhas eleitorais, só temos um partido, um jornal, dois canais de televisão, de propaganda, e, se fizéssemos um discurso em praça pública para criticar o governo, seríamos presos na hora’.
Ricardo Alarcón aparece na televisão para dizer que o sistema eleitoral de Cuba é o mais democrático do mundo. Os telespectadores riem: ‘É o braço direito da ditadura. O partido indica o candidato a delegado de um distrito; cabe aos moradores do lugar confirmá-lo; a partir daí, o povo não interfere em mais nada. Os delegados confirmam os deputados; estes, o Conselho de Estado; que consagra Fidel’. Mas e a educação e a saúde para todos? Ariel explica: ‘Temos alfabetização e profissionalização para todos, não educação. Somos formados para ler a versão oficial, não para a liberdade.
A educação só existe para a consciência crítica, à qual não temos direito. O sistema de saúde é bom e garante que vivamos mais tempo para a submissão’. José mostra-me as prostitutas, dá os preços e diz que ninguém as condena:’Estão ajudando as famílias a sobreviver’. Por uma de 15 anos, estudante e bonita, 80 dólares. Quatro velhas negras olham uma televisão em preto e branco, cuja imagem não se fixa. Tentam ver ‘Força de um Desejo’. Uma delas justifica: ‘Só temos a macumba (santería) e as novelas como alento. Fidel já nos tirou tudo.Tomara que nos deixe as novelas brasileiras’. Antes da partida, José exige que eu me comprometa a ter coragem de, ao chegar ao Brasil, contar a verdade que me ensinaram: em Cuba só há ‘rumvoltados’

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Postado por Jaime e Cintia as 2.12.12 e tem 2 comentarios

sábado, 1 de dezembro de 2012
COLUNISTA


Li numa coluna de jornal que o governo de Fernando Henrique Cardoso “foi a melhor expressão da direita, renovada, reciclada para a era neoliberal”. E que o seu governo “terminou numa profunda e prolongada recessão”
Esqueceu de dizer que FHC deu continuidade a uma extraordinária estratégia de combate à inflação (que era astronômica), a qual deu início ainda como Ministro, no governo anterior, presidido por Itamar Franco. Que a famosa abertura para o neoliberalismo era indispensável, devido à necessidade de o país avançar na obtenção de melhorias tecnológicas. Que o presidente em questão era companheiro íntimo de Lula nas atividades políticas consideradas de esquerda.
Este mesmo artigo relata, ao final de suas considerações, que “Quem não tem povo, apela para métodos golpistas, ontem com os militares e a mídia, hoje com a mídia e o Judiciário”, numa clara insinuação de que o mensalão não passou de mais um golpe da direita.
Gostaria que os grandes sociólogos, cientistas políticos, professores e escritores fossem justos o suficiente para também ressaltarem as qualidades dos nossos grandes personagens políticos do passado e que não se escondessem atrás de radicalismos partidários.
E viva o nosso Judiciário, com independência de poder.

Jaime Mombelli.

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